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Som da Concha 2021 é alegria para o público e alento para a cultura do MS

Artistas querem levar alegria e esperança para o público

24/07/2021 às 06h10
Por: Redação Fonte: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul
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Som da Concha 2021 é alegria para o público e alento para a cultura do MS

A realização do Som da Concha em meio à pandemia do novo coronavírus representa um respiro para a cultura. O projeto viabiliza não só a promoção da saúde e o bem-estar através da arte, levando cultura aos espectadores, mas também viabiliza recursos básicos para toda uma classe de profissionais envolvidos nas programações das lives.

Foram selecionados dez artistas e bandas para o show de abertura e dez para o show de encerramento, sendo que serão R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) para apresentação com duração de 40 minutos cada no show de abertura e R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais) para apresentação com duração de 60 minutos cada para o show de encerramento.

O empoderamento da arte negra é o tema da proposta do rapper Rodrigo Castejon, da banda General R3 and the Black Family, selecionada em primeiro lugar para o show de encerramento do Som da Concha. Emocionado com a escolha, ele faz questão de ressaltar que o show será inteiro de músicas autorais. Para ele é um avanço ver a arte de rimar, com excelentes arranjos e backings vocals de nível nacional, sendo acessível no Estado de MS onde predomina o gênero sertanejo.

Artistas querem levar alegria e esperança para o público

O Som da Concha proporciona para as bandas autorais uma visibilidade além do nível estadual, já que muitos acessos das lives, pelo menos para a gente, vêm de outros estados onde tem mais fluxo nosso gênero musical. “Neste momento de pandemia o Som da Concha é  de grande importância, já que o espírito do artista é repleto de esperança” destaca Rodrigo, ressaltando a necessidade de repassar essa esperança a quem nos dá ouvidos. “O Som da Concha é uma excelente janela para que isto aconteça”.

O primeiro lugar do show de abertura ficou com o artista solo DOVALLE, que vai apresentar o espetáculo “Entre Vícios e Boleros”, acompanhado pela banda Lambada Mecânica. Para DOVALLE foi “uma grande honra” ter sido selecionado para o projeto. “Por isso estamos preparando com muito carinho uma experiência para o público, como forma de agradecer a oportunidade através do espetáculo! ”

O artista diz que se apresentar no Som da Concha é também uma forma de matar as saudades.  “O Som da Concha, sem dúvida é um projeto que tem um respeito aqui no MS. Quando adolescente pegávamos carona de Ribas do Rio Pardo até Campo Grande para curtir os shows no fim de semana! Fazer parte disso, conduzir a cerimônia de abertura é só dendê”, brinca.

A cantora Erika Espíndola também é só alegria por ter sido selecionada para o Som da Concha. “Sei que o fluxo de inscritos foi mais que o dobro da edição anterior e confesso que não imaginava que seria uma das 20 selecionadas. Só tenho a agradecer mesmo”, diz a artista que fará um show com músicas do seu último disco (Mandioca Records e mais duas canções inéditas). “Quero que esse seja o show da minha vida, esperei muito para poder conseguir montar um espetáculo com toda estrutura que ele merece, de áudio, vídeo, figurino, cenário, etc.”.

Para Erika, a pandemia favoreceu o aumento do consumo de arte, de todas as formas. Por isto o Som da Concha será algo grandioso tanto para o artista quanto para a população.

Recorde de inscrições e alta qualidade dos projetos

O coordenador do Núcleo de Música da Fundação de Cultura e um dos integrantes da Comissão de seleção do Som da Concha, Vítor Maia, conta que, além do grande número de inscritos, este ano houve realmente muitos trabalhos de alta qualidade. “Poderia facilmente dobrar o número de apresentações mantendo um bom nível artístico das apresentações no projeto. Inclusive estamos tentando viabilizar isso internamente”.

Vítor diz também que a crítica a respeito de o projeto não conseguir contemplar todos os gêneros musicais sempre acaba acontecendo, e é completamente compreensível. E destaca que o projeto é aberto a todos os estilos. “O edital prevê a classificação por notas finais, então a comissão não pode fugir desse parâmetro e impor à revelia uma espécie de cotas por estilos”, afirmou, adiantando que a discussão das entidades representativas é válida e benvinda.

Agora, é aguardar a publicação do resultado final, no dia 16 de agosto, e a contratação e assinatura dos contratos, que vai até o dia 03 de setembro, para começarem as apresentações.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: Gerência de Desenvolvimento e Difusão de Programas Culturais (67) 3316-9316, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h30 ou pelo e-mail [email protected]

 

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