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Miséria persiste dez anos depois que Dilma lançou o “Brasil sem Miséria”

Mente tortuosa da petista considerava que a miséria poderia ser solucionada por decreto

15/06/2021 15h43 Atualizada há 2 meses
Por: Redação Fonte: Diário do Poder
Miséria persiste dez anos depois que Dilma lançou o “Brasil sem Miséria”

Há 10 anos, em junho de 2011, poucos meses após assumir o cargo de presidente da República, a petista Dilma Rousseff prometeu acabar com a pobreza extrema com o lançamento do programa “Brasil sem Miséria”.

O engodo tinha como objetivo retirar da extrema pobreza no país, milhões que viviam com menos de R$ 70/mês. Diziam que, como a pobreza não se resume a uma questão de renda, outras prioridades estariam inclusas no plano, como segurança alimentar e nutricional, educação, saúde, acesso a água e energia elétrica, moradia, qualificação profissional e melhora da inserção no mundo do trabalho são algumas das dimensões em que a pobreza se manifesta.

Projetado como programa social de larga escala, o Brasil Sem Miséria visava promover a inclusão social e produtiva da população extremamente pobre, buscando reduzir drasticamente seus números, focando em três eixos:

  1. garantir a renda, para alívio imediato da situação de pobreza;
  2. acesso a serviços públicos, para melhorar as condições de educação, saúde e cidadania das famílias; e,
  3. inclusão produtiva, para aumentar as capacidades e as oportunidades de trabalho e a geração de renda entre as famílias mais pobres do campo e da cidade.

Existiam 16,2 milhões de brasileiros abaixo da linha da miséria, segundo o anúncio feito com toda a pompa no Palácio do Planalto, sem contar a propaganda que se seguiu, tudo muito caro. A mente tortuosa da petista considerava que a miséria poderia ser solucionada por decreto.

No início de 2016, meses antes de Dilma ser enxotada, o número de miseráveis já havia crescido para 9,2% da população, segundo o IBGE.

O IBGE verificou que a pobreza extrema chegou a cair entre 2012 e 2014 no Brasil, mas, desde então, só faz crescer. Até cair um pouco, em 2019.

Em 2020, a estimativa do IBGE foi que disparou o número de brasileiros que viviam abaixa da linha da extrema pobreza, após a pandemia.

O Brasil sem Miséria propunha ampliar o Bolsa Família e criar o “Brasil Verde”, para “capacitação de trabalhadores” e “construção de cisternas”.

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