Segunda, 25 de Janeiro de 2021 23:15
67 99879-8533
Dólar comercial R$ 5,51 0.546%
Euro R$ 0, 0%
Peso Argentino R$ 0,06 -0.52%
Bitcoin R$ 188.569,51 -0.809%
Bovespa 117.380,49 pontos -0.8%
Economia Maior inflação

Com índice de 6,85%, Campo Grande registra maior inflação de 2020 entre capitais, diz IBGE

Produtos que registraram os maiores aumentos de preços no ano foram: batata inglesa, com 95,33%; arroz, com 75,31% e óleo de soja, com 65,85%.

12/01/2021 10h31
36
Por: Andressa Macedo Fonte: G1 MS
Batata inglesa foi produto que registrou o maior aumento de preços em Campo Grande em 2020, segundo o IBGE — Foto: Divulgação
Batata inglesa foi produto que registrou o maior aumento de preços em Campo Grande em 2020, segundo o IBGE — Foto: Divulgação

Campo Grande registrou em 2020 uma inflação de 6,85%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (12).

O índice foi o maior entre as 16 capitais em que o IBGE apura o indicador e também ficou acima do registrado no Brasil, 4,52%.

Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo instituto para calcular a inflação registraram alta em 2020. A maior foi do segmento de “Alimentação e Bebidas”, com 16,72%, seguido por “Transportes”, com 6,97% e “Habitação”, com 6,68%.

No grupo “Alimentação e Bebidas” os produtos que registram os maiores aumentos de preços no ano passado na capital sul-mato-grossense foram: batata-inglesa, com 95,33%; arroz, com 75,31% e óleo de soja, com 65,85%.

Também houve significativo com grande impacto na composição total do índice das carnes, com 25,38% e da gasolina, com 8,65%. Entre as carnes, a proteína suína, por exemplo, teve aumento de 39,51% no preço e o músculo bovino 36,08%.

Último mês do ano

Em dezembro, o IBGE aponta que Campo Grande teve uma inflação de 1,51%. Foi a sexta maior entre as capitais e ficou acima do índice do país, que foi de 1,35%. Entretanto, ao contrário do que ocorreu no ano, o maior peso na composição desse percentual veio do grupo “Habitação”, com 2,99%. Dois segmentos contabilizaram até deflação: “Educação”, com 0,19% e “Comunicação”, com 0,28%.

Ele1 - Criar site de notícias