Economia

Prefeitura vai liberar construção civil para atuar, diz secretário de Azambuja

Em entrevista, Eduardo Riedel defendeu que a economia precisa continuar em movimento.

26/03/2020 13h49
Por: Redação 2
Fonte: Correio do Estado
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Setor da construção civil estava parado desde a semana passada por meio de decreto - Foto: Álvaro Rezende/Arquivo Correio do Estado
Setor da construção civil estava parado desde a semana passada por meio de decreto - Foto: Álvaro Rezende/Arquivo Correio do Estado

O secretário de Governo do Estado, Eduardo Riedel afirmou nesta quinta-feira (26), durante entrevista, que a Prefeitura de Campo Grande irá liberar a construção civil a retornar as atividades. O setor era um dos que estava proibido de atuar por conta da pandemia do Covid-19, o novo coronavírus.

De acordo com Riedel, a administração municipal teria publicado o decreto hoje, entretanto, o texto não está no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) e até agora não foi publicada nenhuma edição extra do documento.

“Isso também retoma em parte a movimentação econômica. Então o plano continua, nós continuamos conversando com os prefeitos, para que a gente dê sequência no projeto Governo Presente, é claro que a velocidade com que isso estava programado diminuiu. A gente tem que respeitar todas as medidas técnicas para resguardar a nossa população da pandemia, é um fato que não vamos abrir mão. Mas o olho na economia e o plano de investimento continua”, declarou o secretário.

O secretário também elogiou o trabalho da Prefeitura da Capital a respeito das medidas tomadas para contenção da proliferação da doença. Mas afirmou que as medidas têm que ser tomadas dia a dia “em função da evolução dos casos e do avanço da pandemia”. 

“Acredito que não havendo uma demonstração clara e os profissionais de saúde orientando assim, nós poderemos retomar de uma maneira cautelosa alguma movimentação econômica. O remédio não pode ser veneno se a gente parar a atividade econômica nós vamos ter desabastecimento”, continuou.

Riedel alertou para uma paralisação da produção industrialização e dos transportes. “Isso cria o caos para a sociedade então nós temos que saber dosar o remédio. Muita cautela e orientação técnica da saúde, mas ao mesmo tempo a partir desses dados começar o destravamento da atividade econômica na ponta que é o atendimento do cidadão. A produção e a indústria continuam funcionando, agora é muita cautela e tomada de medidas dia a dia”. 

A reportagem entrou em contato com a prefeitura para confirmar a informação do secretário estadual, mas até o momento não houve resposta.

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